Lagartixa-da-mata: Gonatodes humeralis

Gonatodes humeralis (Guichenot, 1855)
Família: Sphaerodactylidae

 

Habitat                                           Atividade                              Risco de Extinção (nacional)

arborícola                                     diurna                                                               LC

 

Distribuição:

Espécie com ampla distribuição na Floresta Amazônica, na Bolívia, Peru, Equador, Guiana e Brasil (em todos os estados da região Norte). Encontrado também no Pantanal e perifericamente no Cerrado, estendendo-se do noroeste do estado do Mato Grosso do Sul até o litoral do estado do Maranhão e Ceará.

 

História natural:

Espécie abundante na maioria dos locais que é encontrada. Presente em florestas primárias, secundárias e ambientes periantrópicos, com preferência para áreas sombreadas, adjacentes a rios. Forrageia sobre troncos. Alimenta-se de larvas de insetos, cupins e homópteros.  Machos são maiores que fêmeas, onde o territorialismo dos machos parece ser determinante na estruturação espacial da espécie.

 

Diagnose/espécies que podem confundir:

Semelhante a outra espécie do seu gênero, G. hasemani, mas ocupando nicho diferente (utilizando substrates mais altos).

 

Lagartinho: Coleodactylus brachystoma

Coleodactylus brachystoma (Amaral, 1935)
Família: Sphaerodactylidae
 

Habitat                                               Atividade                                      Risco de Extinção (nacional)

terrícola                                             diurna/noturna                                           LC

 

Distribuição:

Encontrada em enclaves de florestas no Cerrado do Brasil Central e nos estados da Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Piauí.

 

História natural:

Lagarto de pequeno porte, podendo chegar até 29 cm de comprimento do corpo. Geralmente é abundante nas áreas em que ocorre. Encontrado em meio ao folhiço, utilizando também cupinzeiros, troncos caídos, fendas de rochas e dentritos do solo. Quanto sente-se ameaçado expõe sua cauda sobre o corpo, retirando a atenção de áreas vitais para sua sobrevivência. Devido a sua coloração e utilização do mesmo microhábitat, acredita-se que este comportamento sirva como mímico a espécies de escorpiões ocorrentes na mesma área.

 

Diagnose/espécies que podem confundir:

Espécie de pele granular, pupila redonda, membros e cauda curta e escamas pequenas. Poros pré-anais e femorais ausentes. Ausência de lamelas adesivas nos dígitos.